A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi criada com a proposta de garantir mais segurança aos usuários e às organizações em relação ao processo de coleta, armazenamento e uso de dados pessoais. A legislação é destinada à proteção dos dados de pessoas físicas. Até então, não existia nenhuma lei específica sobre o assunto.

Ou seja, os usuários não sabiam exatamente o que estavam compartilhando, nem as empresas como poderiam usar aquelas informações para, por exemplo, oferecer uma experiência melhor ao seu cliente. Com o maior uso de recursos digitais, foi preciso criar uma legislação específica para o tema.

Seja para o uso pessoal, seja para profissional, milhares de dados são gerados por uma única pessoa diariamente, mas para onde eles vão e como podem ser usados? Imagine realizar uma compra em um e-commerce e, tempos depois, descobrir que o seu cartão foi clonado?

Uma falha no processo de armazenamento pode ser a causa desse vazamento, o que gera uma série de impactos negativos na sua vida. Ao mesmo tempo, uma empresa pode perder documentos sigilosos e, assim, prejudicar os seus negócios. Sua credibilidade é diretamente abalada, já que a mensagem transmitida é a de que a companhia não consegue administrar aqueles dados e informações.

Com a LGPD, pessoas e empresas podem ficar mais tranquilas quanto à privacidade dos seus dados pessoais. A lei estabelece processos, padrões e regras que devem ser seguidos para a criação de um ambiente digital mais seguro, especialmente, sobre processos de:

  • coleta e armazenamento de dados;
  • gestão das informações coletadas;
  • implementação de práticas de segurança;
  • atualizações regulares das estratégias e processos internos.

O objetivo é reduzir as falhas em potencial e garantir que a troca de informações se torne ainda mais segura, evitando a exposição dos dados que transitam no cenário online. A mudança mais significativa da nova legislação é em relação ao armazenamento de dados, o que deve ser autorizado de forma prévia pelos usuários, resultando em multas para quem não seguir as regras.

Por que ela é tão importante?

Por que é tão importante se adequar à LGPD? Para começar, seguir as regras e práticas da nova legislação indica o comprometimento da empresa com a transparência. Além disso, existe uma série de penalidades e multas para as organizações que não se adequarem aos novos pontos inseridos na lei.

O risco maior, porém, não está em possíveis valores ou multas, mas na vulnerabilidade e, consequentemente, na perda de credibilidade. A partir do momento em que um cliente ou fornecedor passa os seus dados e informações mais sigilosos, ele está confiando que a sua empresa vai protegê-los. Quando uma falha ou vazamento acontece, isso tem um grande impacto na relação de confiança entre as duas partes.

Não à toa, empreendimentos dos mais diferentes segmentos têm agilizado o processo de adaptação à LGPD para não perder tempo com práticas nada eficientes e que podem expor a própria empresa, seus clientes e parceiros. Em tempos de ampla concorrência, fortalecer a reputação do seu negócio é essencial para ter um bom desempenho a longo prazo.

A adequação à LGPD também tem um impacto na própria companhia. Com conceitos como data-driven sendo cada vez mais importantes, é essencial adotar as melhores práticas que otimizem a utilização dessas informações. Afinal, alguns pontos da legislação se referem aos processos internos e à forma como a gestão dos dados é feita dentro da empresa.

Quais os 12 passos para colocar o LGPD em prática na sua empresa?

Preparado para começar a mudança na sua organização? Então, confira algumas práticas que precisam ser implementadas na sua empresa!

1. Revise todas as políticas de segurança da informação

O primeiro passo para aplicar conceitos da LGPD é a revisão de todas as políticas de segurança de informação da companhia. É a partir de uma análise mais aprofundada do que foi realizado que se torna possível identificar os erros e estabelecer novos padrões de proteção.

Também é importante garantir que toda a companhia esteja envolvida nesse processo. Ou seja, as políticas de segurança precisam ser revisadas e todos os profissionais devem ser informados sobre as novas regras e práticas que devem ser adotadas.

2. Conscientize a empresa sobre a LGPD

Com a empresa engajada nessa proposta, fica mais fácil apresentar e conscientizar todos os colaboradores sobre a importância da LGPD. Mas não se trata de uma explicação simples ou conceitual sobre o que é a legislação. É fundamental que eles entendam como a mudança impacta o dia a dia de trabalho, as práticas que devem ser adotadas e aquelas que precisam ser evitadas.

Afinal, trata-se de uma mudança cultural, e é necessário que toda a organização esteja na mesma página. Por mais que os líderes e gestores saibam e coloquem a LGPD na prática, os resultados só vão ser efetivos com uma transformação geral. O processo começa por cima, mas é necessário que todos tenham a consciência de como é uma questão necessária para o sucesso da companhia.

3. Aposte em uma cultura de Governança e Conformidade

Mais importante do que qualquer outra etapa é a criação de uma cultura que valorize a Governança e a Conformidade. De nada vai adiantar adotar algumas práticas se a empresa como um todo não estiver disposta a se adaptar e a entender a importância da LGPD. Essa é uma mudança que precisa começar nos cargos mais altos da hierarquia.

A partir do comportamento dos líderes da organização, torna-se mais fácil estimular todos os profissionais a adotarem práticas que contribuam para a maior transparência e sigam todas as regras estipuladas pela LGPD. Quando essa cultura é implementada, a tendência é que a adaptação seja ainda mais fácil e os resultados, mais significativos e duradouros.

4. Defina um comitê de implementação

Além de estabelecer políticas claras de Governança e Conformidade, é preciso delegar profissionais responsáveis por cuidar da segurança de todos os dados armazenados pela sua empresa. É importante destacar o papel do Data Protection Officer (DPO), um especialista responsável por estabelecer e gerenciar tudo o que se refere à LGPD.

O DPO precisa conhecer a legislação a fundo e garantir que todas as regras sejam colocadas em prática pela companhia. Ele vai ser o responsável por gerenciar toda a organização em torno de uma maior transparência, assegurando que os dados e informações estejam sempre protegidos.

5. Conheça o fluxo de informações da empresa

Para que a colocar a LGPD em prática, também é preciso ter uma visão mais clara sobre o fluxo de informações da empresa. A ideia é entender exatamente como os processos funcionam. Quando um dado é coletado, onde fica armazenado? Quais são os padrões de segurança? Quem tem acesso? O que está sendo feito de forma certa e o que precisa melhorar?

A partir dessa definição, fica mais fácil encontrar os erros e as correções que precisam ser feitas em cada etapa da jornada, não deixando que nenhuma falha passe despercebida.

6. Tenha clareza sobre o tempo de uso dos dados

Uma das questões mais importantes da LGPD é em relação ao tempo que as informações coletadas por uma empresa podem ser utilizadas. Portanto, ao pedir pelo consentimento do usuário sobre os seus dados, a transparência é fundamental. É preciso explicar por quanto tempo aquelas informações vão ficar armazenadas e assegurar a exclusão das mesmas após o tempo estipulado.

7. Reveja os documentos e cláusulas contratuais

Já pensou se um dos seus principais fornecedores não estiver adequado à LGPD? Isso significa que as ações dele se tornam responsabilidade da sua empresa, o que pode acarretar uma série de problemas. Para se manter em conformidade com a lei, portanto, é fundamental rever todos os contratos e garantir que os parceiros também estejam seguindo a legislação.

O ideal é fazer uma revisão sobre todos os documentos e cláusulas contratuais em vigor que envolvam as operações do seu negócio. Apesar de trabalhosa, essa é uma tarefa essencial para evitar problemas futuros por conta de uma assinatura passada.

8. Organize os documentos sobre proteção de dados

A organização dos documentos e informações também precisa ser realizada de acordo com as orientações da LGPD. Isso garante que nenhum entrave surja de maneira inesperada para a sua empresa.

9. Crie um canal de comunicação com os usuários

A transparência, muito presente quando se fala em LGPD, também deve ser colocada em prática externamente. Ou seja, os gestores devem criar um canal para que os usuários possam se comunicar com a empresa de forma simples e prática.

Seja para tirar dúvidas pontuais, seja para fazer um pedido de exclusão dos seus dados, essa comunicação pode ser muito benéfica para a companhia.

10. Tome as medidas cabíveis quando houver vazamento

Com um comitê definido e a LGPD implementada, as chances de que algum problema aconteça são muito menores. Isso não significa que elas não existam.

Por isso, é necessário ter uma equipe sempre preparada para atuar de forma eficaz em caso de situações mais graves, como vazamento de dados. Desde a comunicação e o contato aos usuários prejudicados até as ações técnicas para minimizar os impactos.

11. Invista no treinamento da equipe

Para que o LGPD funcione na prática, os profissionais precisam estar em constante aperfeiçoamento. Por isso, cabe aos líderes e gestores investirem em ações de treinamento das suas equipes para que a legislação seja cumprida. Por mais que o conceito tenha sido explicado no início do projeto, existem mudanças e orientações que precisam ser reforçadas de tempos em tempos.

12. Mantenha a empresa atualizada

Apesar de a LGPD ser um marco em relação à regulamentação de práticas e regras nos ambientes digital e físico, isso não significa que ela não passe por alterações em um futuro não tão distante. Com tantas mudanças no mercado e na sociedade em geral, é possível que a legislação também precise de atualizações futuras, e a sua empresa precisa se preparar.

Uma nova tendência, uma falha global, uma pandemia, enfim, as alterações podem surgir por conta dos mais variados motivos. O mais importante é garantir que o seu negócio esteja atento às possíveis mudanças e preparado para se adaptar e realizar os ajustes necessários. Afinal, adequar-se à LGPD é um trabalho que precisa sempre ser monitorado.

Colocar a LGPD em prática é muito importante para a realidade de qualquer empresa. Tanto para aprimorar ações de Marketing Digital quanto para que os processos e a experiência oferecida aos seus clientes sejam cada vez melhores. Em um momento em que a fidelização é essencial para as organizações, fazer com que o seu público confie na sua companhia é um diferencial competitivo.

 

fonte: https://rockcontent.com/br/blog/lgpd-na-pratica/

Como Funcionam os Links Patrocinados?

O que são links patrocinados?

Os links patrocinados são os anúncios pagos que tem como objetivo gerar um maior número de conversões, trabalhando estratégias relevantes para o usuário da ferramenta com intuito de chamar atenção dos possíveis consumidores.

É uma das melhores maneiras de atrair olhares, pois através deles você terá destaque, quando o termo escolhido for buscado. Uma das ferramentas mais usadas de links patrocinados, na atualidade, é o Google Ads, isso porque o número de usuários do buscador cresce a cada dia e sua utilização ganhou um nível mundial.

A possibilidade de colocar um anúncio no Google, desperta o interesse de milhares de pessoas e empresas que querem divulgar seus produtos e serviços na internet. Existem outras ferramentas de links patrocinados no mercado, mas nenhuma é tão grandiosa quanto à do Google.

As vantagens dos Links Patrocinados para o Seu Negócio

  1. Maior conversão: Como o buscador do Google têm diversos usuários e acessos por dia, com a utilização dos links patrocinados, sua chance de atingir o público interessado aumenta consideravelmente e assim também aumentam suas chances de conversão. Quando falamos de conversão para links patrocinados, podemos trabalhar com tráfego para o site ou a venda de produtos/serviços, isso irá depender da estratégia que o desenvolvedor utilizar.
  1. Custo Benefício Atraente: Se você for comparar a publicidade offline com a utilização da publicidade dos links patrocinados, você logo notará que o custo-benefício da utilização dos links é muito maior e mais vantajoso do que a primeira opção, isso porque, só será descontado um valor de seu orçamento, quando alguém realmente interessado realizar a ação definida como conversão, logo o retorno de investimento é muito maior.
  1. Maior Segmentação: Quando você escolhe trabalhar com links patrocinados, você precisa escolher as características de exibição do anúncio, por esse motivo, você consegue segmentar a lista de interesses para obter uma maior conversão.
  1. Destaque: Quando o usuário da rede faz uma busca, os links patrocinados são os que aparecem em primeiro nos resultados de pesquisa, por esse motivo, você ganha destaque frente aos seus concorrentes.
  2. Melhor posicionamento de marca: Como você gerará milhares de impressões por dia, para um grande público, sua marca ganhará destaque em seu nicho, melhorando a empatia do público para com ela, além de gerar mais interesse de consumo, consequentemente ganhando melhor posicionamento e firmamento da marca.

Posicionamento de Marca com Identidade Visual

O que é Identidade Visual?

A marca deve desenvolver sua própria identidade com base em um design único e gráficos definidos. É importante ser consistente no nome, logotipo, fonte, cor e em um estilo único, que transmita os valores que devem ser transmitidos e a essência da história da empresa. O desenvolvimento da identidade visual é importante para o crescimento da marca nas mídias digitais e impressas, principalmente por meio do logo, atraindo assim clientes com mais facilidade.

Esse é o primeiro item que olhamos e no qual reconhecemos a marca, por isso é essencial contar com a ajuda de designers profissionais para fazer o logotipo. Eles identificam as necessidades e a personalidade para inserir esses elementos na construção de uma arte que seja forte e marcante, além de algo que se diferencie da concorrência.

Quais são os elementos que compõem a Identidade Visual?

1. Nome: É o indicador essencial da marca, deve ser inconfundível e
não possuir más associações; Ser útil na criação do Logotipo e de fácil memorização.

2. Tipologia: São especificadas a fonte padrão da marca, e que deve estar presente em todos os materiais, seja em flyers, folders, site, documentos oficiais, etc.

3. Logotipo: Tem o objetivo de diferenciar uma marca dos seus concorrentes, criando uma ligação com os consumidores e potenciais consumidores. A criação de um logotipo é essencial para uma empresa, sendo que não basta ser visualmente agradável, o logotipo tem que significar alguma coisa. Para isso, a criatividade é essencial, e as cores, formas e letras introduzidas no logotipo devem ser cuidadosamente ponderados.

4. Símbolo: É um sinal gráfico no qual representa a sua empresa.

Quais são os benefícios?

Hoje em dia, as empresas não constroem boas reputações somente pela qualidade dos produtos ou serviços. A imagem que elas transmitem também é um dos caminhos para o sucesso. Criada uma boa identidade visual, alguns impactos positivos são provocados, como reconhecimento, posicionamento para progressões dentro de casa, vínculo com os clientes, permanência no mercado e rentabilidade financeira.

 

 

Os 5 principais erros de e-commerces

As lojas virtuais têm sido uma grande crescente no mercado brasileiro. Mais e mais pessoas aderem diariamente a ideia de ter uma loja virtual, em detrimento da loja física. Os motivos são incontáveis. Tanto os custos, como manutenção, atenção e trabalho se reduzem em relação à percepção de alto lucro.

A estratégia digital atual, portanto, é adotar uma loja na web. A praticidade em vender um produto, trabalhar no marketing deste produto e rentabilizar por meio deste produto é muito maior se comparada a qualquer outra forma de lucrar na web. Ainda diferentemente de uma loja física, por exemplo, a loja virtual está muito mais exposta, a um clique de distância do visitante.

Com a grande adoção, sobressaem-se os erros. Muitos novos empreendimentos acabam pecando gravemente ao abrir uma loja virtual. Para não cometer esses erros de e-commerces e ver seu empreendimento estagnar e consumar no fim, confira os principais e, assim, poder evitá-los:

Pensar no produto e ignorar a marca

Um dos principais erros de e-commerces que nem se percebe que se está cometendo. Esquecer a marca é esquecer a propaganda gratuita que a própria marca terá. É o reconhecimento de imagem e credibilidade descritas. Esquecer da marca e exaltar apenas o produto é o mesmo que enaltecer um cavalo e não ter cela para montá-lo.

Portanto, é preciso cuidar de produto e marca alinhados para oferecer o melhor para o futuro comprador. O marketing digital só terá qualidade e boa execução, caso a marca esteja dentro do que espera, sobretudo, do receptor.

Não dar a devida atenção às fotos dos produtos

Já ouviu o ditado “Uma imagem vale mais do que mil palavras”, certo? Essa frase já clichê do ditado popular é exatamente o que o segundo erro elucida. Não dar a devida atenção às fotos que serão a cara do produto poderá fazer o negócio ruir. Isso porque o comprador só terá a certificação de finalizar o negócio quando ele enxergar o produto em uma foto de qualidade. Como ele não pode ver presencialmente o produto da loja, a foto deve abranger e sanar todas as dúvidas visuais que ele tenha.

As dúvidas visuais, no caso, seriam o que ele vai comprar, como é o produto que ele vai comprar e se o mesmo corresponde com o que é oferecido. Simples. E uma boa foto ajuda muito nisso.

Fazer a pessoa se cadastrar antes de comprar

A exigência de um cadastro antes da finalização da compra é apenas mais um obstáculo. Ou seja, isso pode afastar o potencial comprador apenas pelo desejo de saber informações pessoais do mesmo. Afinal, o mais importante é vender ou saber sobre quem compra?

Saber quem compra é importante, no entanto ter as informações de pagamento e o endereço para a entrega já são o bastante para finalizar uma compra e, assim, lucrar. Dê sugestão ao usuário de se cadastrar após a finalização da compra, mas não exija o cadastro antes da finalização. Isso pode (e vai) afastar potenciais compradores.

Poucas opções de pagamento

Ter poucas opções de pagamento é um grande erro, pois limita o comprador ao que é mais prático ao vendedor. É um terrível e imperdoável erro que muitos e-commerces cometem com medo de arriscar. Afinal, algumas taxas são altas.

No entanto, é preciso ter a ciência de que o tipo de pagamento deve ser cômodo ao comprador, e não ao vendedor.

Não se atentar ao design do site

Um dos principais erros de e-commerces é não ter preocupação com o design do site. O design do site carrega tudo o que diz sobre ele. É necessário atenção para a busca de novos produtos, abranger produtos relacionados e que possam ser de interesses do usuário, assim como a proporção de uma navegação fluída.

O design de um site, além de estar alinhado à marca, também é uma forma do cliente poder encontrar não só o que ele procurava, como também achar o que ele sequer imaginava, mas que era útil para ele.

A partir dos erros, os acertos se sobressaem. Ater-se ao que está errado em outros sites, ajuda com que o empreendedor acerte e tenha sucesso. Seguindo estas pequenas regras, não só sua loja virtual será um sucesso, como o marketing digital da mesma se fará sozinho. Portanto, não cometa estes erros que o seu negócio online decolará!